Produtividade de grãos e óleo de genótipos de amendoim para o mercado oleoquímico
Linhagens de elite e cultivares de amendoim rasteiro foram avaliadas quanto às suas produtividades de grãos e de óleo, visando uma posterior indicação ao mercado de óleo comestível ou combustível. Os genótipos foram cultivados no período das águas, durante dois anos, em Barbalha, CE, sob o delineame...
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Veröffentlicht in: | Ciência agronômica 2012-03, Vol.43 (1), p.72-77 |
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Format: | Artikel |
Sprache: | por |
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Online-Zugang: | Volltext |
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Zusammenfassung: | Linhagens de elite e cultivares de amendoim rasteiro foram avaliadas quanto às suas produtividades de grãos e de óleo, visando uma posterior indicação ao mercado de óleo comestível ou combustível. Os genótipos foram cultivados no período das águas, durante dois anos, em Barbalha, CE, sob o delineamento experimental de blocos ao acaso, com cinco repetições. A colheita foi efetuada entre 110 e 135 dias após o plantio. As variáveis analisadas foram produtividade em vagens, sementes e óleo. O óleo bruto foi extraído aplicando-se a tecnologia convencional de soxhlet, utilizando-se éter de petróleo como solvente. Posteriormente, procedeu-se às análises dos ácidos graxos por meio de cromatografia gasosa. Baseando-se nos ensaios de produção, os materiais de maior produção de grãos foram LViPE-06 e BRS Pérola Branca, com médias de 3,04 t ha-1 de vagens e 2,13 t ha-1 de sementes. Esses materiais também se destacaram para o segmento oleoquímico, baseando-se no teor de óleo e na relação de ácidos graxos O/L, que se situaram em 51% e 1,9, respectivamente. |
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ISSN: | 1806-6690 |
DOI: | 10.1590/S1806-66902012000100009 |