RELAÇÕES DE GÊNERO E INTERÉTNICAS NO BRASIL DA JORNALISTA QUE MAIS PUBLICOU NO “FREIDENKER”, JORNAL AMERICANO DAS LIVRES PENSADORAS ALEMÃS NO SÉCULO 19
As mulheres feministas alemãs do século 19 encontravam diálogo entre o velho e o novo mundo no jornal americano “Freidenker” (“Livre Pensador”). A revolucionária de 1848 Julie Engell-Günther, que atuou na educação brasileira para elites na sua estada pelo Brasil, é a dona do título de maior número d...
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Veröffentlicht in: | Revista Ártemis (João Pessoa) 2013-01, Vol.15 (1) |
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Hauptverfasser: | , |
Format: | Artikel |
Sprache: | por |
Online-Zugang: | Volltext |
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Zusammenfassung: | As mulheres feministas alemãs do século 19 encontravam diálogo entre o velho e o novo mundo no jornal americano “Freidenker” (“Livre Pensador”). A revolucionária de 1848 Julie Engell-Günther, que atuou na educação brasileira para elites na sua estada pelo Brasil, é a dona do título de maior número de artigos publicados neste periódico. O jornal de língua alemã que circulava em Milwaukee (Wisconsin) estava ligado ao movimento de mulheres ativistas que, como Engell-Günther, emigraram da Alemanha desiludidas com a revolução 1848. “Quais as relações entre o novo e o velho mundo desta jornalista do século 19”, “Quais as questões implícitas de gênero e raça?” são perguntas centrais deste artigo, construído a partir dos estudos de Eva Görtz e Eva Schöck-Quinteros, do departamento de história moderna e contemporânea da Universidade de Bremen. Na revisão de literatura, surgem autores da teoria pós-colonial, como Aníbal Quijano; Chandra Mohanty; Rita Laura Segato e María Lugones. |
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ISSN: | 2316-5251 1807-8214 |