Composição mineral e fisiologia da gravioleira sob estresse salino e aplicação de peróxido de hidrogênio

A gravioleira adapta-se bem às condições edafoclimáticas da região semiárida do nordeste brasileiro, no entanto a ocorrência de águas com concentrações elevadas de sais, destaca-se como um fator limitante para a expansão do cultivo desta frutífera. Dessa forma, buscar estratégias para viabilizar a p...

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Veröffentlicht in:Semina. Ciências agrárias : revista cultural e científica da Universidade Estadual de Londrina 2024-04, Vol.44 (2), p.555-578
Hauptverfasser: Capitulino, Jessica Dayanne, Lima, Geovani Soares de, Azevedo, Carlos Alberto Vieira de, Silva, André Alisson Rodrigues da, Arruda, Thiago Filipe de Lima, Soares, Lauriane Almeida dos Anjos, Fátima, Reynaldo Teodoro de, Paiva, Francisco Jean da Silva, Gheyi, Hans Raj, Souza, Allesson Ramos de
Format: Artikel
Sprache:eng
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Zusammenfassung:A gravioleira adapta-se bem às condições edafoclimáticas da região semiárida do nordeste brasileiro, no entanto a ocorrência de águas com concentrações elevadas de sais, destaca-se como um fator limitante para a expansão do cultivo desta frutífera. Dessa forma, buscar estratégias para viabilizar a produção de frutíferas é de grande importância. Assim, objetivou-se com esta pesquisa avaliar a composição mineral nos tecidos foliares e a fisiologia de gravioleira cv. Morada Nova cultivada sob irrigação com águas salinas e aplicação foliar de peróxido de hidrogênio na fase de pré-floração. A pesquisa foi conduzida sob condições de casa de vegetação em Campina Grande - PB, utilizando-se o delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial 4 × 4, sendo quatro níveis de condutividade elétrica da água de irrigação – CEa (0,8, 1,6, 2,4 e 3,2 dS m-1) e quatro concentrações de peróxido de hidrogênio – H2O2 (0, 10, 20 e 30 μM) com três repetições, totalizando 48 parcelas experimentais e uma planta por parcela. A irrigação com águas salinas afetou negativamente a biossíntese de clorofila a e b, a fluorescência inicial, variável e a eficiência quântica do fotossistema II da gravioleira, aos 370 dias após o transplantio. A concentração de peróxido de hidrogênio de 30 µM intensificou o efeito de estresse salino sobre os teores foliares de nitrogênio, fósforo e potássio. Já as concentrações de 15, 12 e 9 µM, respectivamente, aumentaram os teores de N, P e K nos tecidos foliares de gravioleira cv. Morada Nova, aos 780 dias após o transplantio. O acúmulo de nutrientes nas folhas de gravioleira cv. Morada Nova na fase de pré-floração segue a seguinte ordem decrescente: P>N>K>S>Cl>Na.  
ISSN:1676-546X
1679-0359
DOI:10.5433/1679-0359.2024v44n2p555